Author: Robson Dutra

Duas grandes paixões em um mesmo dia.
 
Hoje Deus me concedeu um grande privilégio, participar de um pedal com mais de 50 pessoas. Detalhe, todos colaboradores da DB1, que não pedalam, alguns estavam há mais de dez anos sem subir em uma bicicleta. Esse era o desafio proposto pelo Ilson Rezende, meu amigo, ciclista e presidente da DB1 Global Software.
 
 
E no meio do pedal realizei uma palestra, com as pessoas sentadas na grama, no banquinho de madeira, na sombra, com os animais ao lado, cachorros, galinhas. Eu já realizei palestras em lugares que não acreditei que estava lá, eu me beliscava e agradecia: Deus, obrigado por permitir que eu esteja aqui. Hoje foi sem cadeiras confortáveis, sem sala climatizada, sem projetor e power point. E foi sensacional e eu agradeci a Deus dizendo: Deus Obrigado porque eu estou aqui.
 
 
Não senti falta de nada, eu estava completo, trabalhei com toda minha intensidade e amor naqueles 32 minutos. Que experiência! As pessoas conectadas, concentradas, e eu na minha mais simples fragilidade, permitindo que Deus me usasse como Ele sempre faz, como um instrumento cirúrgico para inspirar, capacitar, motivar sim, outras pessoas a viverem intensamente cada dia e momento.
 
 
Foi um sucesso, superação, resiliência, quebra de paradigmas, força de vontade e muita vontade de fazer força, problemas técnicos superados, soluções criadas, pessoas que ajudam e pessoas que aceitam ajuda. Você que esteve presente nesse pedal, meus mais sinceros parabéns! Vocês foram sensacionais!
 
 
Teve vários momentos marcantes, vários, mas quero ressaltar aqui dois momentos.
 
 
Uma colaboradora caiu em uma descida. Ralou, assustou, mas estava bem. Já cai várias vezes, a descarga de adrenalina toma conta do nosso corpo, leva tempo para nos recuperarmos, ela recuperou, subiu na bike e completou o desafio com êxito. Deixou a história dela no dia de hoje mais bonita.
 
 
Uma outra colaboradora no final do pedal teve cãibras, faltando 5 quilômetros, ajudamos ela descer da Bike, água gelada na perna, capsula de sal, alongamento. Ela olhou para mim e disse: Eu quero muito terminar o desafio, eu quero. Eu olhei para ela e disse: Suas pernas fadigaram, você está cansada, isso é muito comum nas pedaladas, mas o que vai te levar pelos próximos 5 quilômetros será sua mente, sua vontade de terminar, sua cabeça. Você pode! Você consegue!
 
 
Ela conseguiu! Todos conseguiram! Parabéns!!!!
 
 
Foi um grande privilégio estar com vocês no dia hoje. Meu coração estava lá o tempo todo, agora esse momento ficará no meu coração.
 
“Não existem dias simples quando você aprende a transformar o simples em extraordinário.” – Palestrante Robson Dutra
Abraço no coração!

Os felinos adoram carne de macaco, mas os macacos ficam no alto das árvores e lá no alto eles estão seguros. Capturar um macaco em uma árvore é algo muito difícil até para um felino.

 

Os felinos se reúnem, escolhem uma árvore e começam a rugir bem alto ao mesmo tempo. Nesse momento os macacos ficam assustados e começam a saltar de galho em galho, durante esses saltos algumas mamães que estão com seus filhotes nas costas, acabam derrubando seus pequenos e os felinos comem os filhotes.

 

Na nossa vida isso também acontece. Às vezes estamos seguros, mas basta um rugido para nos desestabilizar. Esse rugido pode ser uma fofoca, uma mentira ou algo dito estrategicamente com a intenção de nos ferir. Depois disso, os pensamentos e as emoções ficam alteradas comprometendo nossas ações e decisões.

 

Precisamos usar nossa inteligência emocional, avaliar a situação, manter a calma, e pensar cuidadosamente como lidar com ela. Não tome decisões precipitadas, pense.

 

E lembre-se do que diz em 1 Pedro 5.8 “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar.”

              

                Se leões estão próximos, fique muito atento o tempo todo. O segredo está em antecipar-se a eles e imaginar o que eles podem fazer. E quando eles rugirem, mantenha a calma e avalie cada possibilidade.  

 

Faz sentido para você? Escreva nos comentários: Quando ele rugir, estarei preparado(a).

 

Abraço no coração

 

Deus abençoe você grandemente!

 

Palestrante Robson Dutra

              

Algumas pessoas dizem: Eu odeio o horário de verão!

 

Sempre me perguntam se eu gosto do horário de verão. E a minha resposta é: Eu amo o horário de verão!
Em seguida me perguntam: Por quê?

 

Vamos lá…

 

a) Não sou eu quem decide se esse horário irá existir ou não.
b) Eu não tenho autoridade para alterar isso.
c) Independente se eu gosto ou não, ele irá acontecer.
d) Sendo assim, preparo meu cérebro com todas as situações positivas em relação ao horário e usufruo com excelência. Já faço isso há anos.

 

Exemplo:

 

1 – O dia fica maior.
2 – Tenho mais tempo para trabalhar.
3 – Tenho mais tempo para me exercitar.
4 – Tenho mais tempo para aproveitar ao lado das pessoas que eu amo.
5 – Tenho mais tempo para brincar com meus filhos.
6 – As vezes o trabalho acabou e o sol ainda está sorrindo dizendo, vem curtir que ainda dá tempo. Faça valer a pena.

 

Por tudo isso que eu amo o horário de verão.

 

Poderia dizer, eu odeio o horário de verão, mas provavelmente eu iria odiar mais um monte de coisas, porque gente que odeia com facilidade qualquer coisa, aumenta essa lista de situações odiadas com muita tranquilidade.

 

Ah, mas você não odeia nada? Claro que odeio. Alguns exemplos. Odeio quando um crime acontece, quando uma criança passa fome ou é judiada, odeio quando vejo pessoas no chão dos hospitais, odeio quando uma pessoa é atropelada por um bêbado, odeio saber que esse bêbado ficará solto e poderá matar novamente.

 

Mas esse ódio precisa ser canalizado de uma forma positiva e ser transformado em ações que ajudarão a mudar tudo isso que está errado. Caso contrário esse ódio só fará mal para algumas pessoas: Eu e aqueles que estão próximos de mim.

 

Um excelente dia para você.

 

Palestrante Robson Dutra

Poucas pessoas sabem, mas há alguns anos, o excesso de trabalho, a falta de rotinas para comer e dormir, o sedentarismo, a ideia equivocada de ser mais forte e pensar que comigo não aconteceria nada, me levou a maior batalha da minha vida. Eu estava muito doente, uma luta com algo que eu conhecia muito pouco, mas me tirava toda a paz e serenidade.

 

O medo de morrer fazia parte do meu dia a dia, sem explicação, sem avisos, apenas forte, implacável, destruidor, avassalador. Que sensação era essa que me consumia? O meu medo era de não conseguir respirar, a impressão que eu tinha era que meus pulmões estavam comprometidos, sem forças. Cada vez que eu subia uma escada e por mais leve que meu coração acelerava, a sensação de não conseguir respirar me dominava junto com o suor frio e o medo iminente da morte. Várias idas ao médico nas madrugadas, junto com a falta de ar, estava o medo de um infarto, eletros nas madrugadas e pneumologistas dizendo que meus pulmões estavam ótimos, essas informações não batiam com tudo que eu sentia. Mas aí a ficha caiu, eu estava lutando contra algo que eu desconhecia mas tinha um nome “Síndrome do Pânico”. Inimigo identificado.

 

A orientação da psicologa foi clara: Durma, coma corretamente, exercite-se, descanse, pare de querer agradar todo mundo e pare de achar bonito ser perfeccionista. Minhas lutas eram cansativas e acabavam comigo, o cérebro dizia que eu iria morrer e eu usava esse mesmo cérebro para dizer que eu não iria morrer. Batalhas que se estendiam por horas, dia após dia, eu me sentia exausto em uma briga injusta.

 

A psicologa mencionou: Vou te indicar um psiquiatra para que você possa tomar remédios. E naquele momento eu fiz uma escolha que parecia certa, mas exigiria muito mais de mim. Olhei para ela e disse: Não quero atacar a consequência, quero atacar as causas. Essa foi minha decisão. Voltei para casa, coloquei o joelho no chão, pedi perdão para Deus, por toda minha autossuficiência, por achar que eu era forte, independente, por achar que comigo nada aconteceria. Olhei para Deus e disse:

 

– Senhor me pegue em seu colo, não consigo controlar o meu cérebro, não consigo pensar coerentemente, choro escondido com medo de nunca mais retomar o controle da minha vida.

 

Senti a presença de Deus, mas entendi que começava ali uma grande batalha, Deus me ajudaria sim, mas eu teria que corrigir muitas coisas e Deus deixou claro. Isso é um laboratório em sua vida, vai levar um tempo, chegou a hora de ser o barro na mão do oleiro e ser apertado até virar um belo vaso. Aguente firme, Eu te guiarei.

 

Comprei todos os livros sobre o assunto que encontrei para entender os sintomas e como a Síndrome agia, o joelho foi dobrado constantemente, porque na hora das grandes lutas, homens que se acham fortes se curvam, eu escolhi me curvar diante de Deus do que ajoelhar diante dos problemas. Se era para ficar de joelhos, que fosse então diante do Senhor dos Senhores.

 

A atividade física, seria o primeiro passo, para equilibrar o sono, o descanso e deixar para trás o sedentarismo. Não lembro o dia da semana, peguei uma bicicleta que tinha em casa, enchi os pneus, fui até a catedral. Vi alguns ciclistas reunidos, de um grupo chamado Pedais da Liberdade, me aproximei e perguntei se podia acompanha-los durante aquele pedal que seria dentro da cidade. Naquele dia estavam ali o Marcos Campos o Naldo Ferreira, o Fernando que já faz um bom tempo que não vejo pedalando. Sai junto com eles e na primeira subida, na primeira subida maior, eles estavam um pouco a frente e eu estava ali atrás, em colapso, suando frio, com o coração acelerado, com toda falta de ar do mundo, quieto, subindo e orando e pedindo para Deus me dar forças.

 

Eles não sabiam, nem imaginavam o tamanho da luta que eu estava vivendo naquele momento. Um Davi sem ar contra um gigante desconhecido, mas um Davi rendido e entregue a um Deus que pode todas as coisas. Naquele dia eu venci, graças a Deus, aquela subida e nesses quase seis anos pedalando, esse mesmo Deus tem me guiado e me tirado dos vales e me colocado nos montes mais altos. Deus me curou, fez de mim um observador, cuidadoso que precisa se manter equilibrado.

 

Obrigado Deus, obrigado esposa amada que nos momentos mais delicados sempre esteve ao meu lado. Obrigado a todos que já pedalaram e pedalam comigo e nem sabiam o que estava acontecendo, e durou muito tempo as maiores batalhas, quase um ano. Mas estavam ali, do lado e isso já era muito.

 

Não tenho perfil de ciclista, não tenho estrutura de ciclista, mas tenho um Deus que ignora a aerodinâmica da abelha e faz ela voar muito.

 

Quando passar por mim em uma subida e acredite você passará, eu estarei sofrendo, sempre foi difícil, mas Deus colocou em mim essa coisa maluca que ele coloca em ciclistas, a vontade de superar-se, aguentar as adversidades e romper limites.

 

Não sei se posso dizer que sou um ciclista, mas com a bicicleta, Deus tem me proporcionado grandes experiências.

 

Deus é maravilhoso! Obrigado Senhor, Obrigado!

Uma parte da minha palestra ontem no Espaço Nova Canção. O tema foi Adversidades no trabalho, escolhi aquelas situações que mais são compartilhadas comigo no meu dia a dia.

 

Em João 16:33 – Jesus disse: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo.” Sendo assim, teremos problemas, isso é inevitável e é justamente a forma como lidamos com esses problemas que irá nos diferenciar.

 

Os melhores profissionais em suas áreas são aqueles que lidam com os problemas mais difíceis de serem resolvidos. Por esse motivo é de extrema importância nos desenvolvermos e nos transformarmos em solucionadores de problemas.

 

1 – Eu não gosto do que eu faço!

 

É muito importante nos conhecermos e realizarmos uma avaliação de afinidade, descobrir aquilo que somos bons e diferentes positivamente. Encontre seu dom, seu talento e desenvolva isso incansavelmente. Gostar do que você faz e trabalhar com isso te deixará com uma excelente vantagem competitiva.

 

2 – Eu não gosto do lugar que eu trabalho!

 

Em alguns momentos, durante minha trajetória profissional, trabalhei em lugares que não eram exatamente aquilo que eu queria. O segredo na minha opinião para vencermos isso e o trabalho com excelência, assim em pouco tempo, sua capacidade será notada e novas oportunidades irão aparecer, Se você está trabalhando há um bom tempo e não está recebendo convites para outras oportunidades e empresas, o trabalho que você está realizando está na média.

 

3 – Eu não gosto do meu líder!

 

Essa é uma situação muito comum, infelizmente. A grande maioria dos lideres que estão no mercado, não receberam o treinamento devido para liderar, normalmente são pessoas que se destacavam realizando um trabalho e foram promovidas. Exemplo: O melhor vendedor da equipe é convidado para ser gerente dessa equipe sem ter qualquer tipo de treinamento em liderança, relacionamentos e gestão de pessoas. Uma receita perigosa que na maioria das vezes apresenta o seguinte cenário. Um gerente medíocre e a perda do melhor vendedor.
Em outros momentos lideres são criados somente por afinidades, amizades ou parentesco. Novamente as chances de dar errado, são gigantes. Um outro agravante é que muitos desses lideres não treinam mais, acreditando já saberem o necessário. Receita suicida profissionalmente.

 

Como profissional, devo manter com meu superior a melhor comunicação possível, quanto mais limitado meu líder, mais clara e assertiva deverá ser essa comunicação. Facilite a vida do seu líder, você está na empresa para ajuda-lo a atingir os objetivos da empresa. Seja prestativo e treine muito, para que novas oportunidades surjam e você não fique refém de um líder despreparado colocando em risco sua saúde física e emocional.

 

Detalhe importante: Não generalize. Existem sim, lideres excelentes.

 

Treine muito, treine para todas as situações. “Quem acredita não precisar de treinamento, precisa de tratamento.”

 

Esse texto te ajudou?

 

Escreva nos comentários: VOU TREINAR +.

 

Abraço carinhoso,

 

Palestrante Robson Dutra

 

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