Olá

Sobre o Natal, eu desejo que o seu seja fantástico, apesar de todas as dificuldades e adversidades que você enfrentou esse ano, você está lendo esse e-mail e isso significa que você está vivo. Isso não é ótimo!

 

E que o verdadeiro significado do Natal  possa ser vivido com intensidade, Jesus, talvez Ele já tenha nascido em seu coração, talvez ainda não, mas acredito que, se isso ainda não aconteceu, seja só uma questão de tempo. Afinal é muito estratégico estarmos com Jesus, Ele nos faz diferentes, muito melhores, quanto mais Dele em nós e menos de nós, mais interessantes ficamos como seres humanos. Nos tornamos mais pacientes, bons ouvintes, pacificadores, acalmadores de tempestades, a nossa fé nos move com motivação e foco, criamos as oportunidades e aprendemos o valor da gratidão.

 

Sobre bens materiais, num momento estamos bem, em outros momentos estamos sem, e nesse vai e vem, muita gente pensa que o que importa é aquilo que a gente tem, mas na verdade o que importa é aquilo que a gente não consegue ficar sem. Um abraço, um sorriso, um carinho, um beijo, um selinho, um sorvete, um geladinho, um filho que corre querendo você, que pede uma luta, uma bola, uma hora, um minuto. O carro, a casa, o relógio, o dinheiro, tudo é legal, mas chegará uma hora que nada disso importará, para onde iremos, tudo isso não entrará. A dor de um dia ir, só não irá nos destruir se enquanto estivermos aqui: “Eu sorrir, amparar, amar, conversar, relevar, entender e não julgar.” E no dia da partida, desejo que pensem: Esse fez valer a pena. Enquanto esteve aqui, amou as pessoas e usou as coisas.

 

Sobre papai noel  ele continua rechonchudo, usando vermelho e entregando balinhas, mas confesso que tenho visto alguns em frente de lojas bem magros, será que foi a “crise”? Sucesso a todos os bons velhinhos, estão garantindo o sustento de suas famílias e isso é muito nobre. Mas quero falar de papais. Sabe esses papais que tiveram um ano muito cheio com suas agendas, reuniões, viagens, compromissos, totalmente envolvidos e focados no ganhar dinheiro para dar tudo que a família precisa. Dar o melhor. Conforto. Viagens. Estudos. Tudo isso é sensacional, mas nada disso, absolutamente nada, pode substituir a presença, o tempo de qualidade, os carinhos. Essa é uma época do ano que pensamos em muitas coisas, refletimos, analisamos, e muitas vezes corrigimos situações que necessitam rapidamente de ações práticas, simples e certeiras. Equilíbrio. A diferença entre o veneno e o remédio é justamente a dose.

 

Desejo vida longa com saúde e serenidade!
Desejo vida longa com saúde e serenidade a todos que você ama!
Desejo que você, casado, transforme seu casamento no melhor casamento!
Desejo que você, pai, seja o melhor pai!
Desejo que você, mãe, seja a melhor mãe!
Desejo que você, filho, aproveite muito seus pais!
Desejo o melhor para você!
Desejo uma vida equilibrada!

 

Que Deus abençoe grandemente você e sua família!

 

Um Feliz Natal com Jesus!

 

Carinhosamente

 

ROBSON DUTRA

Essa semana começou a veicular nas redes sociais um vídeo de uma traição. O marido muito chateado, e com razão, encontra sua esposa saindo do motel com seu melhor amigo. Para registrar o momento (como se isso fosse algo que merece registro) ele leva outro amigo que além de filmar, narra tudo.

 

Provavelmente ele deve ter colocado o filme na rede com aprovação do marido. Vamos analisar a situação friamente. Sim, para o marido isso é triste, terrível, humilhante e nada justifica o fato. Mesmo que alguns possam dizer que talvez ela fez isso por falta de atenção, cuidados, carinho da parte dele, etc.

 

Ela deveria ter cobrado isso do marido, conversado com o marido, resolvido com o marido. Sabemos que a maioria das traições acontecem com pessoa próximas, isso torna tudo muito mais dolorido, como no caso, a esposa com o melhor amigo, coisa de novela que adora mostrar desgraça. Mas o problema maior é que a história não teve o fim que muitas outras adquirem.

 

Esse é um fato que infelizmente acontece muito, não deveria, mas acontece, todos nós conhecemos alguém que já passou por isso. Mas esse foi parar nas redes sociais, já foi compartilhado e compartilhado milhares de vezes e ainda será compartilhado muitas e muitas vezes. Desfazer isso? Impossível! O preço disso? Incalculável! Pessoas feridas? Dezenas!

 

As famílias envolvidas sofrerão com tudo isso. Os pais, irmãos, os filhos, imaginem o que os filhos terão que enfrentar? Se hoje um simples óculos, espinhas, ser o mais alto da sala, ou a mais baixa já são motivos para bullying, imagine sua mãe ser a “esposa” saindo do motel. Não, as crianças não merecem isso! Elas não merecem sofrer tanto por um erro de seus pais. Mas infelizmente elas pagarão um preço por isso.

 

O marido que autorizou o vídeo provavelmente irá se arrepender. Já deve ter se arrependido, algo que foi feito com os ânimos alterados, depois, com um pouco mais de calma, analisando a situação, a conclusão provavelmente seria de não potencializar o ocorrido e resolver tudo com serenidade.Com a esposa, já que acabou a confiança, o divórcio.

 

Pode também perdoar, só ele pode decidir isso. Com o melhor amigo, melhor encerrar essa amizade para evitar que isso se repita no futuro, afinal com um amigo assim ninguém precisa de inimigos. Arrume um melhor amigo de verdade. Com o cinegrafista vale uma boa conversa com o intuito de deixar a câmera desligada.

 

Que essa triste história consiga trazer algum aprendizado, e meu desejo é que os envolvidos consigam o mais rápido possível, retomar suas vidas.

 

Sobre o autor: Robson Dutra é palestrante, consultor organizacional e Coach. Já ministrou mais de 1000 palestras sobre vendas, atendimento ao cliente, relacionamentos, equilíbrio, sucesso profissional, liderança e motivação.

 

Atendimento

 

“Uma Semente fora do comum sempre cria uma colheita fora do comum.

Mike Murdock

 

 

O atendimento é muito importante, pois a primeira impressão que você, como vendedor, vai causar no cliente é fundamental. Se ele perceber que foi julgado pela aparência, que não teve a atenção necessária, que você não acreditou que ele poderia ser um comprador potencial… já era.

 

A venda, muitas vezes, termina na cabeça do vendedor. Chamo isso de desvenda. E já aconteceu comigo muitas vezes. Fui até a loja decidido a comprar algo, mas tive um atendimento tão ruim, tão desprezível, que saí de lá sem o produto e impressionado com a falta de bom senso do vendedor.

 

Tenho visto vendedores preguiçosos, mal humorados, julgadores –  que olham o cliente e, com sua alta sabedoria, julgam e decidem que o cliente não irá comprar. Outros muitos são arrogantes, professores de Deus, e fazem questão de provar para o cliente que ele está errado; não se preocupam em vender, mas em estarem certos. As comissões são originadas nas vendas ou quando eles estão certos?  Tem vendedor que se acha tão sabichão que “dá azia em sal de fruta”.

 

No livro mais lido do mundo, a Bíblia, encontramos alguns ensinamentos sobre a arrogância.

 

A soberba e a arrogância aborreço.”

Provérbios 8.13

 

“Abominação é para o Senhor todo altivo de coração.”

Provérbios 16.5

 

“Nada façais por vanglória.”

Filipenses 2.3

 

“Deus resiste aos soberbos.”

1Pedro 5.5

 

“A soberba precede a ruína.”

Provérbios 16.18

 

“O Senhor arrancará a casa dos soberbos.”

Provérbios 15.25

 

Se você me perguntasse uma qualidade que os clientes e a maioria das pessoas admiram é a humildade. Deus também.

Jesus disse: “Sou manso e humilde de coração.”

Mateus 11.29

 

Deus dá sabedoria: “Com os humildes está a sabedoria.”

Provérbios 11.2

 

Deus dá direção: “Aos mansos ensinará o seu caminho.”

Salmos 25.9

 

Seja o solucionador de problemas dos clientes, escute-os com calma e pense, pense em como resolver o problema dele; pense no cliente e na solução para ele. Não pense prioritariamente na comissão; ela é uma conseqüência de um trabalho muito bem feito, é a recompensa.

 

Já vi muitos vendedores pensarem só na comissão, nas contas a pagar que estão vencendo, nas que vão vencer, e perdem o foco no cliente e na necessidade de atendê-lo bem e de resolver seu problema. O cliente percebe a ânsia em fechar o negócio. Quando a hora ainda não chegou, o cliente ainda tem dúvidas, e o vendedor precipitado não come cru, fica sem comer, não come nada. Os dias vão passando e ele fica cada vez mais desesperado e mais afoito, aí é que não vende mesmo. Essa novela já é campeã do “vale a pena ver de novo” das vendas.

 

Calma e foco na solução do problema do cliente. Você não está preocupado com você e sim com o cliente. Se ele perceber algo diferente disso, ele vai embora.

 

***************************************************

 

“A natureza deu-nos duas orelhas e uma só boca para nos advertir de que se impõe mais ouvir do que falar.”
Zenão de Cítio

 

Sobre o autor: Robson Dutra é palestrante, consultor organizacional e Coach. Já ministrou mais de 1000 palestras sobre vendas, atendimento ao cliente, relacionamentos, equilíbrio, sucesso profissional, liderança e motivação.

 

Um amigo querido iria se casar, convidou-me para ser seu padrinho de casamento e claramente me alertou que gostaria de ganhar um forno de microondas. Claro que o meu amigo merecia esse presente; na verdade, merecia até muito mais, mas preferi atender ao pedido, afinal, assim não haveria chances de cometer um erro na escolha do presente.

 

Com o dinheiro em mãos, estacionei meu carro próximo a várias lojas de varejo. Na primeira loja em que entrei, os vendedores estavam muito ocupados e não faziam questão nenhuma de notar minha presença. Tudo bem, existiam outras lojas que, com certeza, ficariam felizes em me atender e vender o que eu queria. Na segunda loja, também com muitos clientes comprando e circulando, não consegui um vendedor que percebesse minha ansiedade em adquirir um eletrodoméstico. Mais uma vez, saí sem ser atendido.

 

Confesso que comecei a ficar preocupado com aquela situação. Será que seria um padrinho frustrado no simples ato de comprar à vista um forno?

 

No entanto, com um espírito perseverante, parti em direção à terceira loja. Dessa vez, dirigi-me até o setor onde se encontravam todos os artigos para cozinha e, então, comecei a olhar os produtos de meu interesse e fazer comparações de preço e de qualidade. Pronto, escolhi o forno sem a ajuda de um vendedor. Agora que tinha ficado tudo  mais simples, só faltava achar uma pessoa para ganhar a comissão.

 

Comecei a olhar de um lado para o outro, mas os vendedores me ignoravam e, em alguns momentos, até desviavam o olhar. Não entendia o que estava acontecendo. Fui até uma senhorita uniformizada e disse:

 

― Senhorita, por favor!

 

―“Que cê qué”?

 

― “Que cê qué”!? Você não pode perguntar isso para mim. Eu sou um cliente, devo ser atendido com respeito, e é seu dever de boa profissional me atender com um belo sorriso em seu rosto e pegar firme em minha mão para passar segurança em seu cumprimento. Devo ser saudado com um bom dia, boa tarde ou boa noite conforme a ocasião apropriada, e seremos apresentados. Aí serei chamado pelo meu nome. Está me entendendo?

 

― Senhor, eu não sou vendedora. Aqui nesta empresa não tem mais vendedores. Eu sou apenas uma colaboradora.

 

― Colaboradora? De quem? Com esse atendimento que eu estou recebendo, provavelmente você colabora com a concorrência.

 

― Ah! O senhor pode me desculpar? Não estou em um bom dia!

 

― Posso sim, com certeza, desde que você embrulhe aquele forno de microondas para presente.

 

― Sim, senhor, é pra já.

 

Ela embrulhou o presente, eu paguei e fui embora, mas não consegui esquecer aquela expressãozinha mágica “Que cê qué”, a qual se tornou um excelente exemplo em minhas palestras. E, agora, eu pergunto a vocês, profissionais de vendas: como têm sido suas abordagens?

É vendedor, o mercado mudou, o cliente também e quem não acompanhar,  com certeza vai perder espaço.

 

Sobre o autor: Robson Dutra é palestrante, consultor organizacional e Coach. Já ministrou mais de 1000 palestras sobre vendas, atendimento ao cliente, relacionamentos, equilíbrio, sucesso profissional, liderança e motivação.

 

Então, vamos lá, vendedor! Preste muita atenção a estes detalhes, porque eles farão muita diferença no seu dia a dia.

 

O que você vende?

 

  • Como pode ser útil para minha vida?

  • O que irá me agregar?

  • Vai me trazer segurança?

  • Como melhorarei minha vida utilizando o seu produto?

  • Vou economizar?

  • Vou ter mais qualidade de vida?

  • Ele pode mudar minha vida?

  • Pode mudar meus hábitos?

  • Pode alterar meus costumes?

  • Quais são os benefícios?

  • Que soluções trará?

  • Vai me auxiliar em quê?

  • Você usa o seu produto?

  • Por que eu devo comprar?

 Como é feito o seu produto?

 

  • Que material é usado?

  • É reciclável?

  • Existe preocupação com o meio ambiente?

  • É pesado?

  • É leve?

  • É fácil de transportar?

  • Onde ele é feito?

  • Como é transportado?

  • Estraga rápido?

  • Pode ser guardado como?

  • Dura quanto tempo?

  • Os trabalhadores que fazem esse produto são de onde?

  • Eles são bem tratados?

  • São bem remunerados?

  • Como é o processo de fabricação?

  • Se eu souber como é feito, ficarei feliz?

  • O processo de fabricação é artesanal?

  • Pode ser personalizado?

  • Se eu encomendar agora, recebo em quanto tempo?

 

Quem são os seus concorrentes?

 

  • Você sabe?

  • Conhece todos os concorrentes?

  • Já estudou sobre eles?

  • São grandes?

  • Ou são pequenos?

  • São inovadores?

  • O seu produto é melhor que o deles? Por quê?

  • O seu produto é líder de mercado? Por quê?

  • Não é líder. Por quê?

  • Quem é o pioneiro na fabricação e venda desse produto?

  • Quais as vantagens do seu produto?

  • E quais as desvantagens?

 

Quem são os clientes que podem comprar o seu produto?

 

  • Homens?

  • Mulheres?

  • Crianças?

  • Qual a faixa etária?

  • Classe social?

  • São estudantes?

  • São profissionais liberais?

  • São os aposentados?

  • São ricos?

  • Qual seu estilo de vida?

  • Onde eles estão?

  • Onde se concentram?

  • Onde passeiam?

  • Do que gostam?

  • Do que não gostam?

 

Quem já comprou o seu produto…

 

  • Está satisfeito?

  • Recomenda?

  • Está tendo suporte?

  • Já teve problemas? Quais?

  • Compraria novamente?

  • Os clientes são fieis?

  • Mudariam de produto por quais motivos?

  • Estão insatisfeitos com algo?

  • Tem alguma sugestão para a melhora do produto?

  • Por que os clientes o compram?

  • É o preço que lhes atrai?

  • Compram pela qualidade do produto?

  • Ou dão importância à durabilidade?

  • Recebem o produto no prazo estipulado?

  • Os clientes têm reclamações?

  • Eles têm para quem e onde reclamar?

  • O que é feito para resolver os problemas que surgem?

 

Talvez, de todos os questionamentos mencionados, o cliente faça uns três ou quatro. Entretanto, se você não souber a resposta, ele se sentirá inseguro em comprar com você.

 

Lembre-se que as pessoas querem comprar as coisas. Elas querem ser clientes; quanto mais elas ganham, mais adquirem capacidade de gastar, comprar e consumir. Muitas pessoas sentem uma necessidade enorme de ter cada vez mais e mais. Se você não tiver a capacidade de vender para elas, outro terá e você “dança”.

 

Em razão disso, você precisa estar preparado, precisa estar treinado, precisa estar disposto a argumentar e fazer que o cliente entenda o que seu produto pode fazer por ele. O cliente tem um problema. Quer uma solução. Você vai proporcionar isso ou seu concorrente? A comissão vai vir para sua empresa, para seu bolso ou para o bolso do seu concorrente?

 

Se você não for usuário do produto que vende, tudo fica mais difícil. Você precisa acreditar no produto, tem de conhecê-lo, tem de viver o produto, carregá-lo, usá-lo, demonstrar isso e interagir com ele. Como você irá falar com propriedade de algo que você não utiliza? Preste atenção: não sei se você já reparou, mas os produtos que os vendedores mais vendem são aqueles de que eles gostam mais. Gostando mais, eles estudam e conhecem melhor o produto.

 

É fato: não dá para ter sucesso em vendas negligenciando o próprio produto. Se você não acredita em algo, fica muito mais difícil vender a idéia. Sua argumentação será falha e os clientes mais preparados perceberão essa fragilidade, o que contribuirá negativamente para suas vendas. Por essas razões, você tem de ser apaixonado pelo que vende. Caso você não seja, apaixone-se. Se não conseguir apaixonar-se, mude de empresa, de produto, até de ramo, porém não faça parte daqueles vendedores que estão somente na média. Você não quer isso para sua vida.

 

Conheça aquilo que você vende profundamente. Estude incansavelmente, nunca se sinta satisfeito com o que já sabe. Faça um planejamento de estudos e aperfeiçoamento. Tire uma hora por dia para estudar os produtos. Não é tempo perdido, é tempo ganho. Pense no tempo que você perde, por exemplo,  lendo e-mails que não agregarão nada a sua vida; pense nos cafezinhos, nas conversas informais, nas redes sociais, no whatsapp, no tempo ocioso. Diminua isso drasticamente; você quer resultados, quer comissões, quer diferenciação!

 

Sobre o autor: Robson Dutra é palestrante, consultor organizacional e Coach. Já ministrou mais de 1000 palestras sobre vendas, atendimento ao cliente, relacionamentos, equilíbrio, sucesso profissional, liderança e motivação.

 

Loading...