Certo, que você quer ser um vendedor nós já sabemos. Mas, o que você vende? Esse é o primeiro passo. Não se engane, não acredite em besteiras que você irá ouvir dos outros vendedores. Você precisa sim conhecer o que vende muito bem. Vai ter que dominar, vai ter que estudar muito, horas e horas, sua intenção deve ser virar um especialista. Os outros vendedores, quando tiverem dúvidas, terão de vir perguntar pra você.

 

Referência é o que você terá de se tornar. Estude todos os dias; dedique um tempo para isso, faça um planejamento, afinal, quanto mais você sabe, mais você vende. O cliente pergunta e você responde, ele pergunta e você responde, assim, “de bate pronto”. Não minta nunca, não enrole o cliente, pois o cliente não é bobo. Não faça com ele aquilo que você não gostaria que fizessem com você.

 

Você tem de inspirar confiança; o cliente precisa acreditar em você. Não o queira para uma venda só, isso é burrice! Queira o cliente, os amigos dele, os parentes dele e para toda a vida. Ganhe um pouco menos, mas ganhe sempre, muitas vezes. Não caia na tentação de enganar o cliente, de cobrar algo indevidamente – negócio bom é bom para as duas partes. Se você tirar vantagem do cliente e ele não perceber, um amigo perceberá, um parente perceberá e você será taxado de desonesto, de PICARETA. Não é isso que você quer.

 

Você precisa criar um nome, uma índole, fazer a sua carteira. E a única chance de fazer isso é com muita honestidade e ética. Tem clientes que me acompanham desde a época em que eu vendia celulares, depois carros, e agora cursos, palestras e treinamentos. Por quê? Porque eles confiam em mim e eu, que não sou bobo, faço de tudo para não arranhar essa imagem. Confiança, ética, honestidade: não maltrate essas qualidades. Sem elas você não é ninguém. É preciso lembrar sempre que levamos uma vida para criar uma reputação e segundos para perdê-la. Pense nisso. Bons vendedores solucionam problemas e criam soluções, jamais criam problemas e confusões.

 

Voltando a sua capacitação, vou citar algumas coisas que são muito importantes para suas vendas. Vou frisar novamente: não se engane, precisamos conhecer muito bem aquilo que vendemos.

 

Quando comecei a vender carros em 2003, iniciei em uma concessionária Chevrolet. Eu não conhecia nada sobre carros, nada mesmo, fui uma criança que nunca ligou para carros. Digo isso porque conheço crianças que adoram revistas de carros, conheci muitos que iam à concessionária e sabiam coisas que nós, vendedores, não sabíamos; eram os “nerdzinhos” automobilísticos. Se eu tivesse sido um deles, tudo seria mais fácil, mais eu não fui, nem quando criança, nem na adolescência. Talvez você esteja se perguntando como então eu consegui um emprego em uma concessionária de carros sem experiência nenhuma.

 

Bom, foi assim: eu pesquisei e descobri que uma concessionária em Maringá, no Paraná, era um excelente lugar para se trabalhar, onde os bons vendedores ganhavam muito bem. Estudei muito sobre essa empresa, muito mesmo, quando tinha surgido, quem fundou, onde começou, o que vendiam no começo. Depois, procurei um conhecido entre os 160 funcionários que trabalhavam lá. E consegui. Conversei muito com essa pessoa; ele me explicou como a empresa era e como a diretoria gostava que as coisas fossem feitas. Essa mesma pessoa conseguiu uma entrevista com o responsável pela contratação.

 

Com todas as informações em mãos, estudei muito. No dia da entrevista, deixei bem claro que, de todas as concessionárias da cidade, eu queria trabalhar nessa e nenhuma outra me interessava. Ele fez muitas perguntas e eu fui respondendo. No final, ele fez uma pergunta que poderia ter sido fatal:

 

― “Robson, qual a experiência que você tem com carros?”

 

Eu pensei e rapidamente respondi:

 

― Essa é a melhor parte. Eu não tenho experiência nenhuma com carros, não tenho nenhum vício. Poderei ser moldado do jeito que vocês acharem melhor. Eu aprendo muito rápido e sou muito dedicado.

 

Pronto. Entrevista encerrada. Ele me disse que eu estava contratado e confessou que nunca tinha visto alguém tão bem preparado para uma entrevista.

 

Não sou mais inteligente, não sou superdotado, não sou diferente. Apenas estudei, pesquisei, aprofundei meus conhecimentos para ter argumentos na hora da entrevista. Algumas pessoas são tão “cara de pau” que vão para uma entrevista sem estudar nada, não sabem nem o quê a empresa faz e ainda dizem que, se for da vontade de Deus, elas conseguirão o emprego. Tudo bem, Deus dá a vitória, mas quem prepara o cavalo, a armadura e vai para batalha somos nós. Deus quer fazer a parte dele; façamos então a nossa.

 

“Meu povo foi destruído por falta de conhecimento” Oséias 4.6

 

Sobre o autor: Robson Dutra é palestrante, consultor organizacional e Coach. Já ministrou mais de 1000 palestras sobre vendas, atendimento ao cliente, relacionamentos, equilíbrio, sucesso profissional, liderança e motivação.

O nome de vendedor você já conseguiu, está dentro da empresa. Parabéns! Talvez apareça no seu crachá consultor de vendas, executivo de negócios ou assessor comercial, denominações que parecem dar mais glamour à profissão. Os tempos mudaram; não é à toa que muitos gostam dessas nomenclaturas. Mas independentemente do nome que será ostentado no crachá, o que realmente fará a diferença é se você vende ou não.

 

Vamos analisar. Você veio de outra área? Nunca vendeu? Não teve contato com o cliente? Alguns dizem que este é complicadíssimo. Será que isso é verdade? Você tem uma mesa, um telefone, talvez até um celular, um computador, lista de preços, tabelas, condições de pagamentos, até um gerente para auxiliar nas negociações. Maravilha!

 

Quantos são aí no seu departamento? 20? 30? 100? Esse número pode variar muito, depende da empresa em que você entrou. São seus amigos, seus parceiros. Não é verdade? Mais ou menos. São seus amigos sim, alguns; dificilmente todos, prepare-se. Eles querem o mesmo que você, vendas e mais vendas. Precisam pagar as contas, trocar o carro, pagar o aluguel, o financiamento da casa. Eles querem vender, pois vender é o que interessa.

 

Seus colegas e você fazem parte de um grupo que precisa muito de um negócio chamado comissão. Isso agora faz parte da sua vida. Você não vive mais sem ela. Quanto mais ela faltar, mais você irá lamentar. Quanto mais você provar dela, mais vai querer. Devido às possibilidades de ganhos nessa área, geralmente, os melhores salários estão nos departamentos comerciais. Além disso, nada acontece dentro de uma empresa até que uma venda seja feita. As vendas fazem o coração da empresa acelerar e são elas que podem fazer esse mesmo coração parar.

 

É, senhor vendedor: sem vendas, sem salário. Acabou aquela moleza de saber que o salário está garantido no final do mês. Esse é o preço que nós, homens de vendas, pagamos para ter a chance de fazer grandes salários, para o que precisamos de comissões e mais comissões. Talvez você receba um valor fixo, mas é pouco e baixo frente a todas as possibilidades que estão ao seu alcance.Você quer mais, eu sei disso.

 

Então, já descobriu uma coisa importante. Quem faz o salário do vendedor é ele mesmo. Se ficar parado, não ganha nada. Se ficar pensando na vida e nas contas a pagar, não ganha nada. Se ficar “comendo mosca”, esperando o cliente chegar a sua mesa, está enrolado. Se você se envolver em rodinhas dentro da empresa, em fofocas, em cafezinhos planejados de meia em meia hora, sinto muito, você está entrando para o time dos justificadores de vendas perdidas. E há pessoas que ficam excelentes nisso. Lembre-se: cada um fica bom naquilo que mais faz. E você ficará bom em vendas. Não aceitará o segundo lugar, pois nós queremos o primeiro lugar, queremos ser exemplo naquilo que fazemos, queremos ser referência.

 

 

Para isso acontecer, será necessário muito trabalho. Mãos à obra! Preguiça todo mundo tem um pouquinho, não é mesmo? Entretanto, se tem uma coisa que não combina com um bom vendedor é a tal da preguiça. Acabe com ela, não deixe esse mal pegar você! Quando sentir que a preguiça está se instalando, dê um pulo, um grito, saia da cadeira, faça uma ligação, faça uma oração, porque preguiça não é coisa de Deus não!

 

Quando me perguntam o segredo do sucesso, costumo usar uma frase que aprendi com uma grande amiga: “O segredo do sucesso é balde, vassoura e rodo.” Isso mesmo, dá trabalho! É justamente por esse motivo que poucos alcançam o sucesso em vendas. Dá trabalho, mas pode ser feito. Podemos conseguir e você já está no caminho correto: está se atualizando, lendo esse artigo, querendo evoluir, querendo crescer. Muito bem! O caminho é esse mesmo, não existe outro. Transpiração e dedicação = comissão.

 

Sobre o autor: Robson Dutra é palestrante, consultor organizacional e Coach. Já ministrou mais de 1000 palestras sobre vendas, atendimento ao cliente, relacionamentos, equilíbrio, sucesso profissional, liderança e motivação.ROBSON DUTRA (2)

Vou te contar uma história, vou resumi-la, e muito.

 

Eu nasci em Londrina no ano de 1974, minha mãe teve depressão pós-parto, logo que nasci fiquei muito doente, ainda bebe, fiz um tratamento que durou quase um ano, não tive a presença do meu pai, fui criado pelos meus avós, comecei a trabalhar muito cedo,fui engraxate, vendi coxinhas, depois, todos os outros salgados, bonecas, pães caseiros.

 

Sempre morei em cidades pequenas, estudei em colégios estaduais, morei em uma cidade chamada Marcelândia no MT, meus avós montaram uma fábrica de salgados, eu fazia todas as entregas, vendia geladinhos e peixes vivos que eu mesmo pescava, nessa época furava fossas e capinava datas, lotes e terrenos, nunca fui preguiçoso e isso sempre me ajudou.

 

Voltamos para o Paraná, morei no sitio, trabalhei em uma roça de café, o trabalho mais difícil de toda a minha vida, serviço duro, no sitio não existe feriado, e sim trabalho o tempo todo sem fim. Nessa época estudava em um colégio estadual na cidade de Tuneiras do Oeste.

 

Após quatro anos, mudei para Maringá no PR, fui prestador de serviço na Caixa Econômica Federal, vendi filtros de água, celulares, roupas, trabalhei em imobiliária, fui o vendedor mais jovem da Coca-Cola, vendi roupas, meu primeiro trabalho como gerente foi em uma Loja de produtos importados em um Shopping, vendi carros nacionais, consórcios, e fui gerente de uma concessionária Mercedes-Benz.

 

Claro que muitas coisas aconteceram juntamente com isso, trabalhei em diversos lugares, mas sempre soube que independente do que eu fizesse o capricho e a excelência deveriam me acompanhar, afinal eu estava construindo minha história, eu sabia que em todo lugar eu deveria entrar pela porta da frente e também sair pela porta da frente, porque não conhecemos o amanhã e sendo assim isso passa a ser uma estratégia muito inteligente.

 

Em alguns momentos as coisas foram muito difíceis, porque na maioria das vezes o mundo não funciona exatamente como gostaríamos e eu acredito ter desenvolvido uma habilidade muito grande em lidar com o adverso, tirar o melhor dele e com todas as minhas forças, tentar transformá-lo naquilo que eu desejava. Uma habilidade que sou grato a Deus por ela.

 

Nunca me senti mais bonito, nem mais forte, mais inteligente, mas descobri cedo que um dos segredos do sucesso é perseverar, incansavelmente, tudo é uma questão de muito esforço e dedicação, aqueles que conseguem manter isso colhem os frutos almejados, e aprendi também que o tempo das conquistas é diferente para cada pessoa. Não é porque alguém conseguiu com um ano que isso se repetirá com você, talvez você consiga em seis meses ou demore dois ou três anos.

 

Aprendi a lidar com a inveja em todos os formatos, aprendi que algumas pessoas não gostam de nós, simplesmente porque sorrimos na dificuldade, acordamos bem humorados, fazer mais do que precisa ser feito então, isso incomoda muita gente, a facilidade de fazer amigos e lidar com situações desafiadoras desperta em muitos um sentimento difícil de expressar. Eu já ouvi em um ataque de sinceridade. – Não gosto de você porque você faz coisas que eu não tenho coragem de fazer. Uau!

 

Nunca deixei isso me parar. Existem sim pessoas muito ruins. De cada 100 pessoas existem 4 psicopatas, o mundo não é azul bebê nem rosa, o mundo em alguns momentos é duro e injusto e aprendermos a lidar com isso criará em nós uma blindagem muito necessária, que nos ajudará a transformar impacto em impulso. E sempre repito, os bons são maioria.

 

Eu casei, veio o primeiro filho, o casamento mudou minha vida completamente, para melhor, descobri logo, que quanto melhor eu tratava minha esposa, melhor ela me tratava, descobri que todo esforço para fazer ela feliz era devolvido com o mesmo esforço por parte dela, mais dois filhos vieram e nos tornamos uma família grande. E confesso que não é fácil, mas eu amo tudo isso.

 

Sempre estudei e sabia da importância do estudo para alcançar meus objetivos mais ousados, me formei em Direito, fiz uma pós-graduação em vendas, depois uma pós-graduação em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, centenas de cursos, que eu sempre acreditei que me deixariam melhor, adquiri o hábito da leitura que na minha opinião é mais um dos passos para o sucesso.

 

Foram anos de vendas, mas dentro de mim existia um sonho, um sonho do menino abandonado pela mãe com depressão, um sonho do vendedor de coxinhas, o sonho do menino que quando criança sonhou com uma bicicleta que não ganhou, o menino que um dia ouviu de uma psicologa que ele era um milagre devido a tantas coisas erradas que já tinham acontecido com ele e apesar de tudo ele alcançou o sucesso. (Ministro uma palestra onde explico o que é sucesso e ele varia muito de pessoa para pessoa), o sucesso na minha opinião está em muitas coisas simples que muitos não conseguem enxergar, infelizmente.

 

Eu queria ajudar outras pessoas, mostrar para elas que elas podem, que elas conseguem, basta não desistir e lutar muito, aguentar as vezes muita dor, lidar com as rejeições do dia a dia, lidar com toda incredulidade por parte das pessoas, muitas vezes as mais próximas de nós. As pedradas da vida doem porque as pedras são atiradas por pessoas que estão muito perto de nós. Digo sempre, só levam pedradas, árvores que dão frutos.

 

E um dia eu sonhei com o Robson Dutra palestrante, um cara simples que iria ajudar as outras pessoas a melhorarem, uma atualização após a outra, sempre ajudando a encontrar sua nova versão, corrigindo falhas no sistema, hehe, mas eu seria diferente, prometi a Deus e devo tudo a Ele, que eu não perderia a simplicidade, a minha essência, que faria isso pelas pessoas, que seria o palestrante mais acessível do Brasil e até fora dele.

 

Trabalhava durante o dia, ministrava cursos durante a noite, foram dezenas de finais de semana ensinando, compartilhando, fui adquirindo experiencias, ficou claro que existia sim um dom e um propósito Divino, não parei, cada vez fui sendo mais requisitado, ministrei aulas para graduação, pós-graduações, ensino a distância, e palestras, muitas palestras, recentemente ministrei uma palestra que alcançou 50.000 pessoas. Isso é muito bacana! Impactar, incentivar princípios e valores, mostrar o norte e técnicas para alcançá-lo.

 

Mas estava trabalhando demais, comendo de forma errada, dormindo pouco, viajando muito, sedentário, ficando pouco com aqueles que eu mais amava. O corpo começou a adoecer, excesso de peso, dores no estômago, gastrite, refluxo, colesterol, ferro no sangue, dores de cabeça, e o corpo continuou sinalizando. E eu ignorando, até que um dia depois dele (o corpo) avisar muito e eu ignorá-lo veio o golpe fatal. A Síndrome do Panico. O quê? Como? Alguém como eu, tão “equilibrado”! Na verdade eu pensava ser, eu estava totalmente equivocado. E sendo assim passei pela luta mais dura da minha vida, trouxe um pedaço do inferno para cá e morei nele por um bom tempo. Foi a luta mais dura e cruel da minha vida.

 

Precisei refazer minha vida, mudar hábitos, corrigir erros, entender que sou frágil, não sou perfeito e nunca conseguirei agradar todas as pessoas. Foram meses de luta, sem jogar um remédio para dentro do corpo, eu queria atacar a causa e não a consequência do meu problema. Eu venci, não sozinho, pela graça de Deus e com o apoio da minha esposa no momento.

 

Hoje sou um outro Robson, melhor, mais equilibrado e cuidadoso, avaliando tudo, o tempo todo com cuidado, não sou uma maquina, preciso de descanso, de comida saudável, de exercícios físicos, de carinho, amor, contato com meus filhos, meus amigos, preciso de trabalho equilibrado. E minha missão aumentou porque preciso ajudar outras pessoas a passarem por isso ou quem sabe evitar que elas passem por isso.

 

Amanhã às 20 horas vou realizar a palestra Equilíbrio, online e gratuita, durará uma hora e acredite. Pode impactar sua vida para sempre. Depois eu ficarei com as pessoas que queiram interagir comigo, mais uma hora e meia respondendo as perguntas. Você é meu convidado.

 

CLIQUE AQUI PARA PARTICIPAR DA PALESTRA.

 

www.robsondutra.com.br/equilibrio

 

Um grande abraço, fique com Deus, saúde, muito sucesso e até amanhã.

 

ROBSON DUTRA

Você já ficou chateado, com a consciência pesada por ter tratado
mal alguém muito especial? Alguém da sua família? Pois é, eu já
fiz isso e confesso que é algo muito triste.

Não existe lógica alguma, eu me esforçar para tratar todos os
meus clientes e amigos bem e chegar em casa e tratar mal as
pessoas mais importantes da minha vida.

O correto é tratar todas as pessoas bem e as pessoas da sua
família, melhor ainda. Aí tudo começa a fazer sentido.

A impressão que temos é que quando chegamos em casa
relaxamos, relaxar no sentido de não nos preocuparmos
muito com o que falaremos e de que forma. Como se não
fosse mais necessário aquela armadura e cuidados utilizados
durante o dia.

Hoje eu sei e entendo que as coisas não devem ser assim, que
todos precisam ser bem tratados, principalmente os mais
próximos de nós, nosso amados familiares.

Mesmo estando em casa, depois de um dia cansativo e
estressante fico sempre atento para dar a devida atenção
a cada um, afinal eles não tem culpa de qualquer situação
que não tenha saído como eu gostaria ou me estressado.

Prestar atenção nisso juntamente com a vontade de mudar e
não cometer o mesmo erro novamente, fez muita diferença,
em minha vida, afinal ninguém quer ser conhecido como um
grosso em casa.

ROBSON DUTRA

 

Não pratica exercícios físicos?

A desculpa é que não tem tempo! Eu entendo.

Eu também não praticava e dizia a mesma coisa. Eu estava com gastrite, refluxo, colesterol alto, excesso de ferro no sangue, trabalhando demais, não conseguia desligar, dormir era um luxo que não me pertencia mais. Girava na cama de um lado para o outro sem sucesso, de manhã eu já estava muito cansado.

O golpe final foi a Síndrome do pânico que sem dó e brutalmente me mostrou que eu precisava equilibrar minha vida rapidamente. E assim eu fiz e hoje estou totalmente curado.

Em breve realizarei mais palestras falando sobre Equilíbrio e a importância dele em nossas vidas. Para participar das próximas palestras e receber mais informações sobre meus eventos.

clique aqui e deixe seu e-mail.l: www.robsondutra.com.br/equilibrio

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